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segunda-feira, 28 de maio de 2018

30- Resenha do livro GARRA DE CAMPEÃO

MARCOS REY, EDITORA ÁTICA, 2006, 108 páginas

RECOMENDAÇÃO: PARA TODAS AS IDADES

Este livro tão bem tramado por Marcos Rey, escritor desde os dezesseis anos e que usava como cenário de suas aventuras a cidade de São Paulo, conta a história de Felipe. O adolescente morava com seus pais numa cidade do interior paulista e foi para a capital a fim de cursar o Ensino Médio. Neste período, moraria com seus tios Clóvis e Lola.

            Sua mudança fora enviada por transportadora e ele, mesmo sendo menor de idade, viajara com sua moto 180. No trajeto entre sua cidade natal e São Paulo foi esnobado por um motoqueiro com uma 350.

            Quando chegou à cidade grande, ficou sabendo que seu tio era dono de uma oficina para motos e Tuta era seu ajudante. Mais surpreso ficou ao saber que o tio tinha sido corredor de motocross e que ele o incentivou a participar dos campeonatos para corredores amadores da região e o garoto do interior aceitou o desafio. Tuta seria o mecânico responsável por deixar sua moto em dia para as corridas.

            Logo na primeira corrida, Felipe se deparou com aquele que seria seu maior adversário não só nas pistas, mas também fora delas: Sandro, o Rato.

            Nas horas de folga, os adolescentes iam a uma danceteria chamada Vagão. Lá, o motoqueiro conheceu Joyce; os dois faziam um belo par, tanto que quando os dois dançavam, o público parava para assistir e aplaudia.

            Num dia desses, Joyce ficou com Rato. O garoto ficou decepcionado porque estava apaixonado por ela e achava que ela também estava.

            Essa história emocionante continua narrando as corridas em que os dois motoqueiros se enfrentavam: a maioria delas era vencida por Rato que já era veterano no cross. Até que chegou o dia da corrida que mudaria sua vida nas pistas e fora delas.

No site http://www.listasliterarias.com/2009/12/os-10-melhores-livros-da-colecao.html podemos ver que o livro Garra de campeão é um dos livros citados entre os dez melhores da coleção vagalume, junto com mais dois outros livros do mesmo autor: “O rapto do garoto de ouro” e “O mistério do cinco estrelas”.

            Uma história cativante contada em terceira pessoa que vale a pena ler.

sábado, 26 de maio de 2018

29-Resenha do livro MEU AMIGO JESUS CRISTO

LARS HUSUM, EDITORA GUTEMBERG, 2013,  286 páginas

RECOMENDAÇÃO: LITERATURA ADULTA

O livro é o romance de estréia do escritor dinamarquês nascido nos anos 70, o qual coloca seus personagens na terra onde ele mesmo nasceu e conta de um jeito que nos prende a atenção do começo ao fim, a história de Nikolaj, um jovem dinamarquês desde a época em que ficou órfão. Sua mãe era uma cantora muito famosa e seu pai, um simples carteiro, mas eles eram felizes. Morreram num acidente de carro. Além do menino que tinha 13 anos, tinham uma filha, Sis, com 20 anos. Eles moravam em Copenhagen. A cantora se apresentava em muitos lugares, só nunca na sua terra natal, pois lá moravam seus pais os quais nunca aceitaram seu relacionamento com o marido.

Depois do acidente, os avós quiseram a guarda do menino- só dele (talvez porque a herança milionária deixada seja muito tentadora), mas Sis não permitiu que ele perdesse o que de família lhe restava; afirmou categoricamente que Nikolaj ficaria sob sua responsabilidade. Entretanto, o adolescente tornou a vida da irmã um verdadeiro inferno. Queria sempre ser o centro das atenções. A moça decide morar com o namorado e eles têm um filho, Alan. Ele fica morando sozinho e aí, a situação piora mais ainda porque ele se sente mal-amado, sente que não tem mais ninguém que olhe por ele. Começa a namorar e parece se sentir melhor, porém, num acesso de fúria descontrolada, espanca a namorada. Por causa disso, tenta o suicídio, mas sua irmã o salva. Todavia, não suportando mais esse fardo, ela se joga de uma ponte. Esse é um momento que nos faz suspender a respiração por alguns momentos porque foi muito inesperado, surpreendente. Fica-se a imaginar o que esse adolescente problemático e egocêntrico fará agora sem a única pessoa que lhe dispensava um pouco de carinho e atenção.

Então acontece o improvável: um encontro com Jesus. O homem barbudo, forte e de sandálias o faz prometer mudar de vida e ele decide se mudar para a cidade natal de sua mãe e lá, ele realmente começa uma nova vida. Conhece pessoas novas que o ajudam na sua tarefa ao criar um grupo de pessoas para quem conta sua vida para que eles a entendam e possam ajudá-lo na mudança e a afugentar de vez os fantasmas do passado. Ele só poderá afirmar que é feliz quando não sentir mais as terríveis dores de estômago que o afligem.

A história dividida em 4 partes bastante dramáticas, porém é bem envolvente. Tem cenas bastante eróticas, mas elas não são o foco da narrativa.

O sucesso do livro foi estrondoso e o livro foi traduzido para várias línguas e virou até filme. Vale a pena ler o livro.
 28- Resenha do livro GAIAN - O REINÍCIO

CLÁUDIO ALMEIDA, EDITORA NOVO SÉCULO, 2015, 337 páginas

RECOMENDAÇÃO: PARA TODAS AS IDADES

O livro foi escrito por Cláudio Almeida, escritor brasiliense que sempre se interessou por simbologia e mitos, o qual buscou inspiração para esta narrativa em filmes. A história demorou 5 anos para ser concluída, transformando-se numa interessante obra de ficção científica.

Mesmo não sendo meu gênero literário preferido, quando bem escrito, sua leitura me apraz.



No início do livro é contada uma luta feroz em que seres mitológicos dotados de poderes destroem o Reino do Norte. Entre os mortos está a esposa de um guerreiro sagrado.


O segundo momento descreve o mundo de Gaian situado a milhares de anos depois da luta narrada no início. O prefeito da cidade está em reunião com seu grupo de conselheiros e um ancião muito considerado por suas ponderações, pois tem razões para acreditar que seu povo corre perigo. Teve seguidamente sonhos reveladores e, por isso propõe medidas cautelares para defesa e ataque caso seja necessário. Alguns de seus conselheiros não veem necessidade dessas medidas preventivas, pois não acreditam em sonhos premonitórios. 

Chega o dia da festa da colheita. Nos campos, a previsão é de uma ótima colheita e todos estão tão tranquilos que o ancião começa a desconfiar de que algo que vai marcar a vida deste povo para sempre está para acontecer. Durante a festa, Heim e sua noiva vão para um lugar afastado para namorar e quando percebem que já está tarde, resolvem ir para casa. Heim a deixa em sua casa e enquanto se encaminha para a sua, depara-se com o encontro entre seres que são da época das grandes lutas entre o povo do Reino do Norte e o do Reino do Sul. Um grupo de 4 guerreiros enfrenta o guerreiro Arffek, portador da espada prateada. Três deles morrem e Gruen, por quem Arffek nutre um ódio mortal, pois aquele matara sua esposa, consegue fugir com a espada no momento em que Faer, o conselheiro dos assuntos mitológicos, chega. Os dois se reconhecem e Arffek diz que necessita participar da reunião do conselho que está marcada para o dia que já amanhecera.

  A reunião foi extremamente recheada de revelações muito importantes. A guerra já iniciada no Reino do Norte é a principal preocupação. Arffek e Heim, o novo guerreiro sagrado partiram para o Norte para lutar contra aquele povo, enquanto os moradores da cidade foram orientados para se dirigirem ao Reino do Sul. No caminho, encontram com Guer e Cypron e eles se digladiam ferozmente. Encontram também outros dois guerreiros sagrados que os auxiliam a chegar ao seu destino e cumprirem a profecia descrita no livro sagrado que está desaparecido desde a guerra anterior e que caiu em mãos erradas, para que assim, Gaian possa viver uma nova era.

É necessária uma imaginação muito fértil para criar tantas situações completamente verossímeis como as descritas nesse livro.  As lutas são descritas minuciosamente até mesmo quando tem feitiços sendo proferidos e o encontro com dragões que conseguem se comunicar com os guerreiros acontece.

Vale muito a pena ler esse livro.

quinta-feira, 10 de maio de 2018

27- Resenha do livro POLIANA


ELEANOR H. PORTER, CIRANDA CULTURAL, 2018, 207 páginas

RECOMENDAÇÃO: PARA TODAS AS IDADES

O livro conta lindamente a história de Poliana, uma menina de 11 anos que ao se tornar órfã de pai e mãe fica aos cuidados de sua tia materna Polly a qual a recebe como um simples dever sendo ela a única parente da pequena.

Ao chegar ao lugarejo onde a tia mora, foi recepcionada pelos empregados da mansão Nancy e Timothy, mas isso não a deixou triste uma vez que o pai lhe havia ensinado o jogo do contente e ela o praticava o tempo todo e com todos.

Na mansão da tia, logo percebeu que não era muito bem-vinda, mas não se intimidou e lutou para não demostrar que havia notado a má vontade dela e estava decidida a tornar sua vida ali o mais feliz possível.

Logo de cara, conquistou a cozinheira Nancy dando a ela uma nova perspectiva no seu local de trabalho o qual só conservava por estrita necessidade, pois a patroa era por demais exigente e estava sempre de mau humor. Da mesma forma aconteceu com o jardineiro e com Timoty, o cocheiro.
Tia Polly logo lhe impôs a rotina da casa e deixou bem claro que não gostava de ser contrariada e nas vezes em que isso acontecia, ela se tornava ainda mais detestável aos olhos de todos. Poliana, no entanto, estava determinada a descobrir o porquê da amargura dela e fazê-la voltar a ficar de bem com a vida.

Pouco a pouco, ela foi conquistando a confiança de todas as pessoas com quem tinha contato ensinando-lhes o jogo do contente que consistia simplesmente em achar um motivo qualquer em qualquer situação que pudesse deixar as pessoas contentes.

Ajudava a todos que precisassem de sua ajuda; foi assim quando o senhor Pendleton quebrou a perna e ela foi procurar ajuda, com Jimmy que precisava um lar para chamar de seu e com todas as pessoas com quem ela sentia que podia colaborar para que se sentissem melhor. Funcionou com todos, menos com a tia que não abria seu coração.

Então aconteceu o atropelamento que tirou de Poliana a capacidade de andar. Ela não conseguia mais jogar o jogo do contente, pois não via mais razão nenhuma para ficar contente por ter de ficar acamada. Vários médicos foram consultados, mas não conseguiam descobrir a resolução para seu problema.

O coração da tia foi amolecendo e as coisas foram se resolvendo e a paz começou a reinar naquele lar.

Um livro muito gostoso e rápido de ler. Tem uma leitura fluida e agradável, dividida em capítulos curtos. Termina-se um e logo se quer começar o próximo. Recomendo fortemente a leitura.

A história continua com o livro Poliana moça.




 POLIANA MOÇA


ELEANOR H. PORTER, EDITORA CIRANDA CULTURAL, 2018,  237 páginas

RECOMENDAÇÃO: PARA TODAS AS IDADES

A primeira parte do livro conta a história de Poliana, uma adolescente de aproximadamente 12 anos que fora adotada pelo casal Pollyana e o doutor Chilton depois de ter ficado órfã. A menina tinha uma filosofia de vida que não se abalava por nada, nem mesmo pelas coisas mais desanimadoras que pudessem ocorrer a ela ou com quem ela tivesse contato. Todos gostavam dela justamente porque seu espírito positivo era constante e contagiante. 


Enquanto estava sob os cuidados da Sociedade Auxiliadora Feminina, conheceu Jimmy, outro menino órfão por quem tinha um afeto especial. Ele fora adotado pelo sr. John Pendleton.



Num verão desses, o senhor e a senhora Chilton iriam para a Alemanha e Poliana ficaria com a senhora Rute Carew, uma viúva cujo único filho e o marido eram falecidos e ela se apegara desesperadamente à esperança de encontrar seu sobrinho Jamie que estava desaparecido o que a tornara uma pessoa depressiva, sem ânimo para absolutamente nada.  Quem providenciou para que a menina ficasse com ela, foi a Irmã Della Wetherby, uma enfermeira que conhecera o médico, dr. Chilton, e a menina num hospital onde os dois trabalhavam durante um tratamento longo em que Poliana ficara internada, pois perdera os movimentos das pernas. Neste período, a enfermeira percebera que as atitudes da menina perante a vida, era o que a tinham feito voltar a andar.


A enfermeira conhecia o “jogo do contente” executado pela menina e que ela ensinava a todos poderia tirar sua irmã daquele estado de melancolia profunda em que se encontrava a tantos anos. Falou com sua irmã sobre trazer a menina para ficar com ela durante o verão. Ela ficou relutante, mas acabou aceitando a proposta de ter a companhia da menina durante o verão. Escreveu então, uma carta ao dr. Chilton e eles consentiram.


Nos primeiros dias de sua estadia na mansão, sua dona ficava um pouco chateada com a menina, pois ela a mantinha ocupada o tempo todo, não lhe dando tempo para pensar naquilo que ocupava seus pensamentos noite e dia até então.



Elas foram se envolvendo, a menina conheceu outras pessoas das maneiras menos convencionais possíveis e achava sempre um jeito de apresentar essas pessoas à senhora Carew.



O olhar de Rute sobre a vida mudou quando conheceu um menino cadeirante, extremamente pobre que passava seus dias num parque dando restos de comida a animais. Sua história de vida sugeria que poderia ser o sobrinho desaparecido. Então a sra. Carew foi conhecer sua família, mas nada conseguiu descobrir sobre a origem do menino que tinha uns 4 ou 5 anos quando foi encontrado pela sua mãe adotiva sem documento algum.


A sra. Carew se apegou ao menino e à ideia de que ele poderia ser seu sobrinho a tal ponto, que aceitou a proposta de Poliana para adotá-lo o que ela acabou fazendo e que transformou sua vida completamente, pois a partir deste momento, tinha alguém para dividir seus dias.



Quando o verão acabou, a menina voltou para junto da sua família.


A segunda parte do livro retrata um outro momento da vida de Poliana. Ela agora já era moça, o doutor Chilton falecera e as deixara numa situação financeira complicada. Polly, a viúva, que sempre vivera com ostentações, se via às voltas com dificuldades não sabendo de onde tirar o seu sustento.

Um dia, receberam uma carta de Rute na qual ela dizia que ela e Jamie queriam passar uma temporada na cidade de Poliana e pedia recomendações sobre as acomodações em que poderiam se hospedar. Poliana, então teve a ideia de alugar os quartos da mansão para eles e fazer o serviço de cozinha e, com isso conseguir o sustento. Durante sua estada na cidade, muitas coisas acontecem que vão transformar a vida de todos os seus ocupantes.

Uma história emocionante que nos leva a refletir sobre a importância do pensamento positivo em nossa vida.

Recomendo muitíssimo sua leitura.

quarta-feira, 2 de maio de 2018


26- Resenha do livro A TRAVESSIA

WILLIAM P. YOUNG, EDITORA ARQUEIRO, 2014, 194 páginas

Recomendação: PARA TODAS AS IDADES

O livro conta uma parte da história de vida de Tony, um homem tão amargurado que não consegue amar nem aos próprios filhos, tem necessidade de sentir-se superior e nem percebe que com tudo isso vai se isolando de todos a ponto de imaginar que quando alguém se aproxima dele, tem segundas intenções.

Tudo isso começa a mudar no dia em que passa mal e fica em coma na uti neurológica de um grande hospital.

Então, ele tem uma experiência especial: encontra-se com Jesus e com o Espírito Santo que o vão serenamente induzindo a encontrar as respostas para suas indagações sobre a felicidade. Os dois seres extraterrenos concedem-lhe o dom da cura e ele precisa decidir sozinho se vai curar-se a si mesmo ou a outra pessoa. Enquanto resolve esse problema, revê através de outros olhos, seus familiares e vai, aos poucos encontrando as respostas que busca.

Uma leitura leve, bem-humorada e profundamente reflexiva. Fica-se na expectativa de saber qual decisão tomará e o final surpreende.

Recomendo muito.


25- Resenha do livro FLOR DO ÁRTICO

MÁRCIA REIS MAC EVAN, EDITORA ANGEL, 2016, 293 páginas

Recomendação: LITERATURA ADULTA


O livro conta a história de Alane, uma moça de 19 anos que acabara de perder o namorado num acidente de carro. Ela estava tão triste e desolada que não conseguia se alimentar e, por causa disso, um dia desmaiou quando caminhava num parque na cidade de Caarapó, estado de Mato Grosso do Sul.

Quando acordou, percebeu que estava entre lençóis macios. Rian, um empregado de Matias perguntava se ela se sentia bem. Ela assentiu e ele a levou para casa.

Nos dias que se seguiram, Alane quis voltar à casa do seu salvador e então conheceu seu dono o qual usava uma máscara para cobrir seu rosto. Ela ficou muito intrigada, mas ele não quis conversar sobre o assunto. Só bastante tempo depois, ele conseguiu contar para ela sobre suas cicatrizes de queimaduras que lhe marcavam o rosto desde o acidente automobilístico que tirara a vida da mãe e da irmã. Ele já conseguia ficar sem a máscara na presença dela. Os dois foram se apaixonando um pelo outro pouco a pouco, mas quando os pais dela descobriram o namoro, não o aceitaram dizendo que Matias tinha um passado um tanto quanto obscuro com relação às mortes das pessoas de sua família, especialmente a do pai.

Os pais de Alane decidiram afastá-la da cidade, mas os dois conseguiram manter contato através da amiga Júlia e resolveram fugir para São Paulo para viverem seu amor.

Muitas dificuldades marcam a vida do casal, principalmente até ela completar a maioridade.

Um verdadeiro conto de fadas inspirado na clássica história "A Bela e a fera" ambientado no Brasil nos anos 60.

Uma leitura leve e gostosa.

Vale a pena ler.


24- Resenha do livro O NAVIO DAS NOIVAS

JOJO MOYES, EDITORA INTRÍNSECA, 2017,  319 páginas


RECOMENDAÇÃO: PARA TODAS AS IDADES

O livro conta como se deu uma viagem ocorrida depois da Segunda Guerra Mundial que levava mais de 600 mulheres de encontro a seus maridos. Casais estes que se formaram durante a guerra entre mulheres australianas e militares ingleses a serviço na Austrália. Percebe-se durante a narrativa, que muitos casamentos aconteceram por impulso; sem muito tempo para refletir, pois a guerra estava se prolongando bastante e o contato entre os militares e os civis era sempre muito emotivo.

O relato da viagem está focado principalmente na vida das quatro passageiras que foram alojadas num quarto pequeno e abafado que mal tinha espaço para as duas beliches: Margareth, Avice, Jean e Frances. Cada qual com sua personalidade, sua história de vida e pontos de vista diferentes tornaram essa viagem de seis semanas, um tempo difícil, com dificuldades muito diversas. Sem falar que havia uma gestante em estágio avançado entre elas.

O navio era um porta aviões e não um navio de passageiros o que trouxe ainda mais desconforto para todos. Os tripulantes, todos homens, também tinham que se conter diante de tantas mulheres para não agirem em desacordo com as regras. E ainda houve problemas mecânicos que os obrigou a evacuarem o navio completamente a pouca distância do seu destino.

A autora conseguiu trazer nas páginas desse livro, uma história emocionante baseada em fatos reais com finais diferentes e impressionantes para seus passageiros.

Vale a pena ler o livro.